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quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Dia das crianças: troque e doe brinquedos

Sábado é dia das crianças. Como acontece com grande parte das datas comemorativas, o apelo ao consumismo é forte. Querendo fugir dessa tentação e ao mesmo não deixar as crianças sem brinquedos, o Instituto Alana está promovendo a ideia da trocas. O site http://mobilizacao.alana.org.br reúne informações sobre feiras de trocas de brinquedos em diversas cidades do Brasil.

O trabalho do instituto é muito legal. Essa iniciativa é mais uma ideia muito bacana. 


Outra ideia legal para colocar em prática nesta data é o desapego. Doe brinquedos. Há diversas crianças que não podem comprá-los e nem têm o que trocar. Então dê uma olhada na tralha dos seus pequenos e doe algo. Dê uma olhada nas próprias tralhas. A gente às vezes guarda brinquedos da infância como recordação, mas posso te garantir que eles seriam muito melhor aproveitados por uma criança que não tem com o que brincar. Então para de bobeira e doe ;)

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Trocando coisas pela internet

Fui convidada para participar de um grupo de trocas no Facebook. Funciona assim: a pessoa cadastra um álbum com as coisas que ela quer trocar. Os outros olham e comentam no que eles gostaram. As pessoas negociam entre si, trocam endereços e se enviam os produtos pelo correio ou de qualquer outra forma que elas combinarem.

Quando vi aquele tanto de coisa legal, fiquei empolgada e saí trocando um tanto de coisas. Depois de um tempo, comecei a ver os problemas:

1. Fica muito caro enviar objetos pelo correio. Livro é mais barato, porque você pode enviar por registro módico e pagar uns 5 reais cada. Outras coisas (roupas, sapatos, cosméticos) saem por volta de 15 reais (ou mais).

2. Não dá para experimentar roupas e sapatos. Se você troca algo e não serve, incomoda ou ficar ruim em você, não tem muito o que possa ser feito. Claro que você pode trocar a coisa por outra no próprio grupo, mas isso vai envolver mais gastos e idas ao correio.

3. Infelizmente, nem todo mundo é confiável. Aconteceu comigo de receber algo em péssimas condições, o que ficou disfarçado na foto que a pessoa tinha colocado no grupo.

Por causa desses motivos, eu desanimei. Trocar livros pode até ser uma boa. Gasta-se menos com correio e não tem um risco tão alto de vir algo diferente do esperado. Mas estou em um momento de me desapegar dos livros físicos e focar cada vez mais nos digitais.

No geral, as trocas pela internet parece mais interessante do que é de verdade. Eu até troquei umas coisas legais, mas preferi mil vezes as trocas ao vivo. Mas não desanimei. Ainda vou buscar outros formatos. A ideia é muito boa!

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Trocando coisas

Estou descobrindo que trocar é uma maneira excelente de praticar tanto o desapego quanto a economia. Sabe aquelas coisas que você tem porque ganhou ou comprou por impulso, mas não usa? Ou então aquelas roupas das quais já enjoou, ou livros que não vai ler de novo? Então... 

Combinei com as minhas primas da gente se encontrar pra trocar esse tipo de coisa. Levamos roupas, sapatos, livros, DVDs, brincos, colares, cosméticos... Chegando lá, tentamos pensar em regras, mas ia demorar tanto que preferimos jogar tudo pela sala e cada uma ia pegando o que quisesse. 

Funcionou muito bem. Renovei meu guarda-roupa e agora tenho livros novos para ler.

Eu no meio das minhas primas, com algumas das coisas
para troca (tinha mais no chão).
O bom de trocar para quem já atingiu um nível reduzido de objetos (não que eu tenha chegado lá em todos os aspectos) é que a gente pode abrir mão de coisas sem ter que comprar outras no lugar.

Eu andei testando outra modalidade de troca: pela internet. Depois eu conto como foi.

segunda-feira, 17 de junho de 2013

A tecnologia e as trocas

Acredito que compartilhar e trocar sejam ótimas maneiras de aproveitar melhor os recursos e também de consumir e acumular menos. Eu recebi dois links que mostram que o pessoal da tecnologia está começando a perceber isso.


Eu baixei o aplicativo, mas não tenho nenhum amigo ainda. A ideia é que a gente cadastre objetos que deseja trocar e faça ofertas pelos objetos que os amigos cadastram. Vou conhecer melhor, experimentar e volto para contar. 


Eles criaram um portal no qual divulgam sites e locais que oferecem trocas, além de dicas para consumo colaborativo. A ideia é boa, mas eu não achei nada que fizesse muito sentido para mim. Acho que é mais voltado para São Paulo, talvez. 

De qualquer maneira, eu prefiro a ideia das pessoas trocarem entre si do que fazerem isso por meio de uma empresa. Por exemplo, eu já tentei trocar meus livros em sebos e não valeu a pena. É tão pouco vantajoso que eu prefiro doar para escolas e ficar sem novos para ler.