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sexta-feira, 27 de março de 2015

A leveza de sair de todos os grupos do whatsapp

Saí de todos. Eu sempre evitei entrar em grupos, mas eu participava de alguns poucos. Só que é aquela coisa... Eram aglomerados de pessoas, unidos por se conhecerem e não necessariamente por compartilharem interesses. E com o tempo eu fui percebendo que essa falta de temática levava as conversas a serem dominadas por: piadas e fotos.

Fotos eu já vejo nas redes sociais. Eu tenho facebook, tumblr e instagram. Todos já cumprem bem seus papéis. Geralmente o que eu via nos grupos, já tinha visto em algum desses outros.

O humor da maioria das piadas que surgem em grupos de whatsapp não é muito pra mim. Infelizmente o humor de massa ainda é dominado por machismos, racismos, escatologia... E são todas coisas que não me fazem rir. Eu rio de muitas piadas na internet, mas infelizmente não são as que chegavam por mim nos grupos.

E, por fim, a gota d'água, foi quando começaram as discussões políticas rasas cheias de ódio. Eu gosto de discutir política, mas vamos combinar que não dá para fazer isso pelo whatsapp. É pouco espaço, muita gente, difícil de digitar. Não dá. Aí quando a discussão parte para o ódio e o desrespeito... Realmente ficou meio demais para mim.

Saí de todos de uma vez. Não entrarei mais em nenhum. Estou bastante aliviada. Nem imaginei que ia fazer tanta diferença, tanto em consumo de tempo quanto de energia. Mas foi uma ótima escolha.


P.S: Na verdade, eu gosto muito do aplicativo para enviar mensagens para os outros, apenas os grupos que eu acho que não são muito pra mim.

Pra combinar coisas e dar avisos, acho ótimo e muito prático.

segunda-feira, 5 de maio de 2014

Eu tenho facebook

Eu tenho facebook já há alguns anos. No começo, mal entrava lá. Com o tempo e o uso cada vez maior por todas as pessoas, passei a entrar mais. Eu sei que muita gente odeia o facebook por lhes roubar tempo, mas acredito que assim como qualquer ferramenta, o que determina se ela é boa ou não é o uso que se faz dela.

Então eu tenho facebook, mas não fico lá o dia inteiro perdendo tempo e deixando de aproveitar a vida. Na verdade, muitas vezes ele me poupa tempo e me ajuda, por exemplo, a ter mais contato com as pessoas que eu gosto e que estão longe ou que, mesmo perto, não consigo estar em contato pessoalmente sempre.

Para fazer um melhor uso dessa rede social, eu faço duas coisas: a primeira é ignorar totalmente as propagandas e o bate-papo. As primeiras eu nem passo o olho e o segundo fica desligado. A outra coisa é escolher o que eu quero que apareça na minha linha do tempo. 

Sabe algumas pessoas que postam toda hora ou ficam colocando coisas que não te importam ou te incomodam? Então... Assim que eu identifico alguém assim, coloco a pessoa como "Conhecidos". Dessa forma, quase nada dela vai aparecer para mim. Lindo, não? Uso sem moderação.


Já aquelas pessoas de quem eu quero ver tudo, coloco como "Melhores amigos". 

Além disso, eu busco ver tudo que é publicado nas páginas que eu quero seguir. Antigamente, eu centralizava as notícias que eu queria receber no twitter, mas como ele foi perdendo força, agora faço isso no Facebook. Das páginas que eu quero ver tudo, e não aquilo que o Facebook escolher pra me mostrar, eu coloco para "Obter notificações".


E assim vou vivendo a vida em paz, aproveitando o lado bom das coisas e escolhendo como eu quero gastar meu tempo.

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Eu não tenho Facebook

Eu não tenho Facebook. Nem espertofone. O Leo comprou seu primeiro tablet este ano.

Até pouco tempo, eu achava isso bom. Blog, e-mails e celular davam conta de minhas necessidades de comunicação. A gente tem um netbook e sempre fica em lugares com internet. Prontinho, resolvido.

E tem outra: volta e meia escuto alguém reclamar que perde muito tempo no Facebook, ou que não relaxa em momento algum com o espertofone.

O problema é que acabo ficando pra trás em relação às novas tecnologias. Xinguei muito o tablet até cair a ficha que ele não é um computador sem teclado, mas um troço diferente, em que aplicativos tomam o lugar do sistema operacional e dos programas. Touch screen não é só substituto do mouse, mas uma maneira totalmente diferente de interagir com o aparelho. E Facebook... bem, acabo de ver uma organização internacional procurando voluntários para manter sua página.



Eu não quero ficar igual a meus pais (a última tecnologia que eles realmente dominaram foi o videocassete). Eles usam o computador, navegam na internet e mandam e-mails, mas se acontece algum imprevisto, não sabem o que fazer.

Minha conclusão é que o ideal é ir acompanhando as tendências. Não preciso ter os produtos do Tio Jobs ou conhecer programa lançado, mas devo evitar uma lacuna muito grande entre minhas habilidades tecnológicas... e as do resto do mundo.

Só não sei o que fazer com o Facebook. Acesso parcial (porque o Leo tem e de vez em quando recebo recados por lá) vale?

terça-feira, 12 de novembro de 2013

As vantagens e as desvantagens da internet

Neste final de semana, o sinal caiu e eu fiquei sem internet. Foi uma experiência interessante. Acho que não ter me programado para isso fez com que eu percebesse melhor os efeitos da sua falta. Isso me levou a perceber duas coisas. A primeira delas é que a internet não é necessariamente esse vilão tomador de tempo que às vezes a gente pinta. 

Vou confessar que tem horas que a quantidade enorme de informações me sufoca e gera uma certa ansiedade, como se eu tivesse a obrigação de ler tudo, de saber de tudo que está acontecendo, das polêmicas e das últimas notícias. Acho que não sou a única. Em outros momentos ainda, a gente se perde em bobagens, lendo coisas engraçadinhas, vendo fotos dos outros etc. e tal.

Por outro lado, a internet tem sido minha maior fonte de informação. Não assisto ou leio mais jornais e revistas. O principal motivo é que todos são muito enviesados. A internet me permite acessar conteúdo de pessoas e veículos diferentes, com pontos de vistas diversos, e assim posso ir formando minha própria opinião.

A internet abrange muita coisa, para o bem e para o mal. Acredito que é mais uma questão de saber usar.

Nesse sentido, percebi também que o apelo da internet não me impede de fazer atividades fora dela. Durante o fim de semana, fiz as mesmas coisas que sempre faço: jogar tênis, ver filme, sair para comer, conversar, ler... Eu devo ter lido um pouco mais e visto mais TV do que quando tenho internet, mas isso nem é necessariamente bom.

A segunda coisa que eu percebi vai ficar para um próximo post, que este já está grandão, mas já adianto que é como nossos hábitos mais diversos estão ficando cada vez mais ligados à internet. 

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Trocando coisas pela internet

Fui convidada para participar de um grupo de trocas no Facebook. Funciona assim: a pessoa cadastra um álbum com as coisas que ela quer trocar. Os outros olham e comentam no que eles gostaram. As pessoas negociam entre si, trocam endereços e se enviam os produtos pelo correio ou de qualquer outra forma que elas combinarem.

Quando vi aquele tanto de coisa legal, fiquei empolgada e saí trocando um tanto de coisas. Depois de um tempo, comecei a ver os problemas:

1. Fica muito caro enviar objetos pelo correio. Livro é mais barato, porque você pode enviar por registro módico e pagar uns 5 reais cada. Outras coisas (roupas, sapatos, cosméticos) saem por volta de 15 reais (ou mais).

2. Não dá para experimentar roupas e sapatos. Se você troca algo e não serve, incomoda ou ficar ruim em você, não tem muito o que possa ser feito. Claro que você pode trocar a coisa por outra no próprio grupo, mas isso vai envolver mais gastos e idas ao correio.

3. Infelizmente, nem todo mundo é confiável. Aconteceu comigo de receber algo em péssimas condições, o que ficou disfarçado na foto que a pessoa tinha colocado no grupo.

Por causa desses motivos, eu desanimei. Trocar livros pode até ser uma boa. Gasta-se menos com correio e não tem um risco tão alto de vir algo diferente do esperado. Mas estou em um momento de me desapegar dos livros físicos e focar cada vez mais nos digitais.

No geral, as trocas pela internet parece mais interessante do que é de verdade. Eu até troquei umas coisas legais, mas preferi mil vezes as trocas ao vivo. Mas não desanimei. Ainda vou buscar outros formatos. A ideia é muito boa!

segunda-feira, 17 de junho de 2013

A tecnologia e as trocas

Acredito que compartilhar e trocar sejam ótimas maneiras de aproveitar melhor os recursos e também de consumir e acumular menos. Eu recebi dois links que mostram que o pessoal da tecnologia está começando a perceber isso.


Eu baixei o aplicativo, mas não tenho nenhum amigo ainda. A ideia é que a gente cadastre objetos que deseja trocar e faça ofertas pelos objetos que os amigos cadastram. Vou conhecer melhor, experimentar e volto para contar. 


Eles criaram um portal no qual divulgam sites e locais que oferecem trocas, além de dicas para consumo colaborativo. A ideia é boa, mas eu não achei nada que fizesse muito sentido para mim. Acho que é mais voltado para São Paulo, talvez. 

De qualquer maneira, eu prefiro a ideia das pessoas trocarem entre si do que fazerem isso por meio de uma empresa. Por exemplo, eu já tentei trocar meus livros em sebos e não valeu a pena. É tão pouco vantajoso que eu prefiro doar para escolas e ficar sem novos para ler.

terça-feira, 19 de março de 2013

Sobre o blog

Estou de férias! Vou aproveitar esses dias para descansar e aproveitar a vida, mas também para dar uma mexida no blog. Gostaria da opinião de vocês. Como vocês acham que o blog poderia melhorar visualmente e funcionalmente?

Antigamente, quando os blogs eram construídos em HTML, eu conseguia mexer no layout todo. Agora é mais travado, então eu vou ter um pouco de dificuldade, mas vou tentar. Boa sorte pra mim.

Criei também uma página no Facebook para compartilhar os posts e outros assuntos minimalistas. 


Eu tinha tentado há um tempo manter uma conta no Twitter, mas não deu muito certo. Acabei abandonando. Muita gente hoje só acessa links e blogs pelo Facebook. Acabei me rendendo :)

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Desapegando de mágoas do passado

Em um post anterior, recebi um comentário da Karina que dizia assim:

"Mas pense que sentimentos negativos são excessos desnecessários. Minimalizar a vida também é minimizar os efeitos colaterais ruins, quando possível. :)"

E eu fiquei pensando naquilo...

Em tempos de redes sociais e tecnologias de comunicação, a gente mantém e acumula muitos contatos. Alguns são apenas desnecessários, e imagino que até possam ficar lá guardados para caso possam ser úteis no futuro (network e tal). Mas outros são também negativos. E desses eu estou aprendendo a desapegar.

Aquela amiga da adolescência que fez uma sacanagem com você, ou aquele colega do qual você se afastou porque te jogava para baixo, ou aquele ex namorado, ou aquele cara do trabalho que falava mal de você... Por que a gente mantém essas pessoas no nosso twitter, no facebook, na nossa convivência? Para que diabos a gente quer saber o que essas pessoas estão fazendo da vida delas? Por que a gente encontra essas pessoas na rua, finge se importar com elas e fala de combinar de sair um dia desses?

Ficar vendo mensagens e fotos dessas pessoas não só ocupava um tempo precioso da minha vida, como trazia várias dessas mágoas e ressentimentos de volta. A vida é muito curta pra isso.

Então fui selecionando as pessoas. Das redes sociais e também da convivência. Se eu vejo na rua, cumprimento de longe e passo andando.


Não é questão de brigar com ninguém, nem de querer mal para essas pessoas, mas sim de seguir a vida e ser mais livre, leve e feliz. Cada um no seu caminho.

terça-feira, 18 de setembro de 2012

Desapegando das redes sociais

Acompanhar as redes sociais se tornou um hábito tão comum que a gente nem se dá conta do tempo enorme que gasta com isso. Eu só fui perceber alguns dias atrás.

Explicando: assim que resolvi começar a focar em cada coisa de uma vez, uma das regras que me impus foi só olhar e-mails e redes sociais entre tarefas, nunca no meio de uma.

Depois de ficar duas horas escrevendo e produzindo um bocado, ia conferir as redes sociais. E aí, com o tempo de acesso a elas condensado e não espalhado ao longo do meu dia, reparei que eu gastava muuuito tempo com isso. Eu podia ficar uma hora no twitter (lendo não só o twitter, mas os links que eu pegava lá). Só na parte da manhã. É muita coisa.

Acredito que as redes sociais são importantes sim e eu acho muita informação boa lá. Mas tendo um tempo limitado para acessá-las, comecei a perceber o que era mais importante pra mim e o que só ocupava espaço de tempo.

Mais ou menos o mesmo que aconteceu com meu armário minúsculo e as coisas que tive que jogar fora e doar. Joguei algumas informações (e perfis) fora.

Acho que é importante, neste momento, definir o que a gente quer com a rede social. Por exemplo, no twitter, a gente quer saber o que todo mundo está fazendo, quer seguir uns perfis engraçados pra descontrair ou quer centralizar notícias? A gente quer, no facebook, manter contato com amigos, receber mensagens religiosas, participar de promoções ou o quê? Nada de errado com nenhuma das opções, mas é bom observar e refletir sobre o que a gente quer das coisas, e não ficar reagindo passivamente.

Tudo questão de focar no essencial.