quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Como me livrei da escravidão das unhas feitas

Em uma fase da minha vida, ter as unhas feitas era sinal de sucesso e beleza. Eu tinha pouca paciência com salão de beleza, e sempre tiravam um bife da minha cutícula, mas eu achava bonito e importante.

Isso não quer dizer que eu fazia questão de ter as unhas perfeitamente esmaltadas o tempo todo, mas sentia obrigação de passar pela manicure antes de uma festa ou de uma viagem.

Foi que eu comecei a achar que eu estava entrando em uma furada. Fazer as unhas antes de viajar significava que, na véspera da partida, quando eu podia estar fechando a mala/me despedindo dos amigos/descansando, eu tinha de bater ponto no salão. Significava também que eu tinha de levar comigo acetona, algodão, lixa e esmalte para retoques. E que eu tinha muitas oportunidades de ficar brava quebrando a unha ao tirar a mala da esteira ou abrindo um pacote mais teimoso.

Aí larguei, junto com outras vaidades. Passei a cortar curtinho, umas duas vezes na semana, e só. Chato foi deixar as cutículas voltarem ao normal, porque elas cresciam soltas da superfície da unha. Mas fui passando hidratante e, hoje, elas são bem discretas.

E limpíssimas. Eu já ouvi mulheres comentando que unha feita é questão de limpeza ou higiene, e vou discordar. Todo dermatologista recomenda que a cutícula não seja cortada, porque ela funciona como proteção. E embaixo de unhas longas tem lugar pra sujeirinhas se acumularem, né não?

Não estou dizendo que pessoas que fazem as unhas não são limpinhas, tá? Só estou dizendo que quem não faz não é sujinha. Muito antes pelo contrário.

Vou pegar um voo amanhã. Se eu me preocupasse com as unhas, não aqui estaria escrevendo este post.

28 comentários:

  1. Pois é, não sou a favor das regras ditatoriais da aparência. Não digo beleza porque isso é outra coisa, muito diferente da loucura que algumas pessoas estão fazendo com o próprio corpo e com resultados questionáveis.

    O normal na Alemanha é não tirar cutícula. Tem um aparelhinho que tira apenas o excesso... não tem como ficar futucando demais a unha. Faço as unhas em casa mesmo, mas ainda tenho esse problema das cutículas soltas...

    Um abraço,
    Lu

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  2. gosto de esmalte, mas não tenho paciência pra fazer as unhas. não gosto de salão (além do mais, sempre ralo as unhas antes de sair de lá, não vale a pena pagar por isso). Acho que tenho mais esmaltes do que vou usar pro resto da vida, sempre é uma coisa que vou deixando pra depois e no fim passo uns 360 dias do ano sem esmalte, rs. no fim, não me faz a menor falta. e ainda me obriga a manter as unhas cortadas e limpas, já que não tem cor pra esconder a sujeira. quem sabe logo eu me livro de vez dos esmaltes... engraçado é que mesmo sendo assim, tenho uma filha de 3 anos que é apaixonada por todo tipo de cosmético, ela pinta mais minhas unhas de brincadeira do que eu mesma. vai entender?

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    1. Ei, Renata!
      Crianças são tão influenciadas quanto a gente pela cultura. Então sua filha vê mulheres de unhas coloridas na TV, nas revistas, nas bonecas, na escolinha... E criança ainda adora cores. Tudo isso pode levar a esse hábito da sua filha.
      Eu fico me perguntando qual o limite entre a brincadeira com esmaltes, maquiagem e roupas e a pressão social de ser enfeite. E no que esse lidar com aparência atrapalha a auto-estima e a mobilidade das crianças (salto e vestidos limitadores). Não sei a resposta :/

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    2. Pra mim ficou claro que a peruisse da minha filha é influência das avós. No máximo a escola... não tem o que fazer. Ela viu e gostou... Mas por enquanto ela ainda encara tudo como uma brincadeira, dentro de casa só. No dia que alguém disser pra ela se maquiar pra sair passear, aí o bicho vai pegar. Porque aí sim começa a adultização.

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  3. Deixar a cutícula em paz foi a melhor coisa que eu fiz.
    Justificar estética como se fosse questão de higiene é a desculpa favorita de muita gente.

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    1. É verdade, Ashen. Não só pra questão das unhas, mas do cabelo também (como se cabelo anelado ou crespo fosse sujo) e da depilação. Se a gente for pensar, nada mais longe da verdade, não?

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  4. É ótimo mesmo parar de preocupar com isso. No fim das contas minhas unhas tem tratamento vip: estão sempre bem hidratadas e limpinhas. E sem o pavor do alicate e a obrigação do esmalte toda semana. É uma libertação :)

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  5. Unha pra mim tem um caráter bem “to nem aí.”
    Todo mundo sempre fala q eu tenho as mãos lindas, unhas alongadas, pouca cutícula e que é um desperdício eu cortar curto e não passar nem uma camada básica de cor.
    Eu sempre dou risada e respondo: “ Bom, se a minha mão é tudo isso q vcs estão dizendo, não preciso de manicure né...hahaha.”
    Mas ainda conservo alguns uns 5 vidrinhos em casa pra quando me der na telha. Às vezes é divertido pintar as unhas, apesar da trabalheira pra secar. Mas em salão mesmo, nunca mais.

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    1. Hahaha! Adorei!
      Admiro muito você e a Lud. Ainda chego lá :)

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  6. Ai, Lud! Esse é um dos meus maiores desafios para 2013. Ainda sou escreva, infelizmente. Mas ei de vencer isso. Você me inspira. Hehe...

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  7. Lud vc é a minha IDOLA (se é q existi essa palavra), estou contigo e dou graças por ter encontrado esse blog, assim eu n me sinto tão diferente do resto da humanidade, pois todas as mulheres q conheço acham supeer necessário pintar as unhas. Um abraço pra vc e p todas as outras q comentaram, forças meninas! :)

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  8. Eu faço a unha toda semana, mas não vejo isso como escravidão. Se não puder fazer, não tem problema. Não passo esmalte colorido, só uma base e as unhas são cortadas curtas (foi uma briga convencer a minha manicure a cortar, ela sempre queria deixar elas compridas). A minha mão não é muito delicada, então a unha feita deixa ela com um aspecto mais arrumado.

    Agora, o problema do cabelo branco é mais grave. Eu ainda não pinto, mas estou cheia deles. Já ouvi e li vários comentários chamando quem não pinta o cabelo de relaxada, ou dando "conselhos" sobre cabelos brancos e cortes curtos e modernos e postura descolada. E se eu não quiser ter um corte moderno nem uma postura descolada e não quiser pintar o cabelo? Eu sei que vou acabar me rendendo à tintura, tenho uma filha pequena, e daqui a pouco vão achar que eu sou avó dela, mas acho isso tudo um patrulhamento enorme sobre a aparência que as mulheres devem ter. Eu não quero parecer mais jovem, só quero parecer ter a minha idade (desculpem o desabafo!).

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    1. "Eu não quero parecer mais jovem, só quero parecer ter a minha idade".
      Falou exatamente o que sinto. Vou fazer 35 anos e tenho q retocar a raiz a cada 20 dias senão meu cabelo fica praticamente bicolor. E parece q cada vez mais a tintura cobre menos, é fogo.
      Não ligo pra unha, roupas variadas, salto alto. Meu drama de beleza vai todo na quantidade absurda e precoce de fios brancos na cabeça. =(

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    2. Fer,

      É, eu tenho 42 e com o cabelo solto não se nota tanto os fios brancos, mas se eu prender, ele está bem grisalho por baixo. Eu já pintei uma época, o cabelo ficava bonito uma semana e depois ficava uma droga (eu lavo o cabelo todo o dia) e a cor sempre ficava diferente, mesmo que eu colocasse alguma, teoricamente, da cor do meu cabelo. Já brinquei com o dermatologista que deviam existir umas pílulas que a gente tomasse e fizessem o cabelo nascer da cor desejada, que essa coisa de pintar era muito ultrapassada. Mas imagina se a indústria da tintura ia permitir uma coisa dessas.

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    3. É muito complicado isso tudo.

      Eu faço unha, e adoro a sensação. Mas não tenho como negar que eu só gosto de unha feita porque é culturalmente considerado bonito e elegante ter unha feita, e que é considerado bonito porque demonstra que a pessoa não usa as mãos para trabalhar e tem dinheiro para pagar um bom salão, o que é elitismo puro.

      Com o cabelo, fico pensando que, para homens, ser grisalho é charme. E não existe essa preocupação de aparentar juventude pelo cabelo. Então por que eu tenho que me preocupar? Eu quero mesmo me submeter a isso e ainda pior proliferar tal prática?

      Claro que não é simples assim. Apesar de ser consciente dessas coisas, eu ainda faço unha em salão. Mas já consegui me livrar de progressiva no cabelo e estou deixando meus brancos surgirem e se proliferarem.

      Acho que muitas das nossas preocupações são fantasmas, sabe? No sentido da psicanálise. São coisas que nos dão medo, mas que não são reais.

      Enfim... Muita coisa pra pensar...
      :)

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  9. Oi Lud, eu já nasci livre deste incômodo. Nunca fui a manicure e minhas cutículas são mínimas. Costumo lixar uma vez por semana, uso bastante creme nas mãos só. Ficam ótimas. No salão só vou para cortar o cabelo de dois em dois meses. Abraço!

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  10. Lud, o meu trajeto foi contrário ao seu; antes eu nunca fazia as unhas e morria de vontade de poder fazê-las toda semana. Além de achar bonito, estar com as unhas feitas diminui drasticamente o meu mau hábito de roer as unhas quando estou estressada. O problema: eu não me permitia ir ao salão porqeu achava que era uma grana jogada fora, gasta com uma coisa tola e supérflua. Depois do ano sem compras comecei a ir ao salão com mais frequência e agora frequento um que faz pé e mãe por 15 reais. Vou quase toda semana e sinto falta quando não vou.

    Não me sinto escrava do salão ou da manicure, pelo contrário: tem sido um prazer poder cuidar das minhas unhas e eu me sinto bonita. Sou contra a ditadura da beleza, mas totalmente a favor de fazer coisas que me deixam bem. Agora que estou gastando menos com bobagens sobra algum dinheiro para fazer as unhas e ainda cuidar dos preparativos pra casa nova.

    Alguns posts seus sobre cosias como fazer as unhas, roupas, etc. me fazem ver que eu sou uma pessoa muito mais simples do que pensava. Isso tem sido muito interessante, pois eu imaginava bem o oposto. Minimalizar, portanto, me fez ver que essa escravidão das roupas, maquiagem, unhas e cabelos nunca foi realmente forte na minha vida (embora a parte de TER que ser magra - e não ser - tenha sido dolorosa). Acho super curioso quando leio posts de pessoas que estão minimalizando e que falam de como estão diminuindo o número de sapatos de 50 para 20... e posts como o seu que falam de deixar de fazer as unhas e de como a sensação de que tinham de fazer isso as incomodava... eu sinto isso em relação a outras coisas, mas é bem menos forte do que na maior parte das pessoas, aparentemente. Acho que a única coisa chata que vivi em relação a aparência foi meu mega estoque de sabonetes e loções.. cheguei a fazer post sobre isso, até.

    A minha trajetória me fez passar a consumir coisas que eu não consumia antes como, por exemplo, o serviço de manicure. Você acha isso um constrassenso quando se fala de minimalismo e vida simples? Às vezes fico pensando nisso...

    Bem, um beijo.

    Marina

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    1. Marina,

      Me identifiquei com várias coisas que você escreveu. Eu passei a me permitir fazer as unhas toda a semana depois dos 30 anos, antes eu tinha essa sensação também de que era dinheiro colocado fora. Tá certo que também coincidiu com eu achar uma manicure legal, que não fala feito uma matraca, pois eu odeio papo de salão. Sobre ser magra, ainda não superei isso completamente. Eu até sou magra, do ponto de vista de saúde estou ótima, mas não de acordo com o padrão de beleza vigente (aquele pelo qual nós nunca somos magras o suficiente). Eu li O Mito da Beleza, que inclusive baixei a partir de um link da Lud, e entendi muitas coisas sobre essa questão da imagem feminina, só que entre entender e parar de me preocupar/me incomodar tem quilômetros de distância, aquela velha história de aceitar ou mudar o jeito que somos.

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    2. Ei, Marina!

      Eu acho que cada um tem seu calo e sua dificuldade no minimalismo. A gente costuma transformar as nossas dificuldades em monstros, e a não dar muito valor ao que já conquistamos. Pensando bem, isso é até natural, pois o que está resolvido, está resolvido, não precisamos ficar matutando sobre aquilo, certo?

      Eu, por exemplo, faço unha e isso é complicado pra mim de largar. Mas por outro lado acho a coisa mais fácil do mundo não comprar. Nunca fui consumista. Não me sinto nada tentada quando vejo promoções ou vitrines. Sempre gastei pouco. Então quase nunca penso e me preocupo com isso.

      Sobre ser contrassenso passar a consumir serviços de manicure, acho que só se você se sentir assim. Cada um tem a sua verdade.

      E também acho que ser minimalista não é deixar de gastar e de consumir totalmente, mas sim escolher melhor, com mais consciência, para assim viver de acordo com o que é mais importante pra você. E as pessoas são diferentes. O que é importante pra um pode ser bobagem para outra pessoa. E isso é legal, né?

      Sei que você perguntou foi pra Lud, mas achei interessante o assunto, fiquei pensando a respeito e quis vir aqui dar minha opinião. Hehe...

      Beijo! Beijo!

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    3. Nossa, Daniela! Exatamente! Eu também li O Mito da Beleza e tenho refletido muito sobre essa questão da aparência. Mas, como você falou, entre entender e deixar de me preocupar, vai um longo caminho. Eu ainda estou no meio dele. Hehe...

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  11. Acho que eu já passei por todas as etapas possíveis de relacionamentos com as unhas. Só nunca fui de ir toda semana no salão, pq nunca sobrou dinheiro pra isso. Mas já fui de fazer as unhas em casa toda semana, cada vez com um esmalte novo.

    No último Natal, descobri que eu estou numa fase bem peculiar de relacionamento com as unhas: fiz as unhas da minha mãe, da minha irmã, da minha prima e da minha tia... E não fiz asminhas próprias unhas, haha! E numa boa!

    Aliás, tem sido assim com tudo. Eu gosto dessas coisas de beleza, gosto de aprender a fazer, mas isso pra mim tem que ser diversão, e não obrigação. Pra mim, eu sempre acabo escolhendo o que é mais prático (claro que levou um longo tempo até eu fazer isso numa boa). Mas como eu gosto dessas coisas e beleza e fui aprendendo a fazer algumas, eu sou solicitada pra fazer isso na família toda. É engraçado: eu arrumo ou repico o cabelão de um monte de gente, mas uso o meu próprio cabelo beeeem curtinho... Aliás, já que o assunto surgiu: tenho 27 anos, tenho cabelos brancos desde os 17, tenho muitos cabelos brancos principalmente do lado direito da cabeça, e não pinto (atualmente).

    Voltando às unhas, no dia a dia, atualmente, os cuidados com as minhas são: cortar bem curto, tirar os cantinhos (pq os cantinhos ficam mto ásperos e me incomodam), passar uma base (pq as minhas unhas são ressecadinhas e com a base eu não fico encanando tanto) e passar hidratante de vez em quando. É um ponto de equilíbrio: é o jeito que eu me sinto melhor e que me dá menos trabalho.

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  12. Eu tenho essa vaidade, mas ODEIO salão de beleza e nunca deixei manicure nenhuma tirar minhas cutículas (só afastar). Há uns anos, uma amiga me deu uns truquinhos e eu mesma faço minhas unhas (só as da mão - não gosto de unhas do pé esmaltadas). Faço quando dá vontade, não por obrigação. Às vezes, passo meses com preguiça e pronto, não faço. E nunca faço antes de viajar. :)

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  13. Eu fazia as unas toda semana, verdadeira escrava da manicure. Até que meu filho nasceu, abri mão das unhas pintadas e passei a curti-las sem esmaltes e curtas, foi a minha libertação. No dia dia sempre sem esmalte, só as pinto em ocasiões especiais e enjoo rapidinho, quero tirar o esmalte logo

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  14. Lud e cia:

    Se existiu alguém dependente de manicure, esse alguém fui eu.Minha mãe praticamente deu a luz num salão de beleza, de tão vaidosa que era.Minhas memórias de infância englobam fatias consideráveis de tempo gasto dentro desses estabelecimentos.Adolescente, tinha conta na manicure. Adulta, acho que preferiria cair da escada de costas do que uma semana sem manicure. Viajante entusiasta, se tinha algo que sentia saudades do Brasil, certamente não era o feijão, era sempre a manicure.

    Gostava de tudo: não apenas do efeito das unhas pintadas como de ser paparicada, ter minhas mãos massageadas, de passar um tempo num espaço clube da Luluzinha, e tlvez sobretudo de fingir pra mim mesma, ainda que temporariamente, que rosa, vermelho aberto ou vermelho escuro era o dilema central da minha vida!

    Ano passado, comecei a me irritar de ter que agendar manicure, aquilo começou a ser chato.Comecei a perder a paciência para atrasos da manicure e esperar as unhas secarem, comecei a achar perda de tempo, energia e dinheiro.Parei.Só uma palavra: liberdade!

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  15. Ah, Fernanda:

    Concordo contigo que qto à questão da higiene sobre unhas e cabelos cacheados...mas não com relação à depilação.Não que quem não depile seja necessariamente suja, mas que vai ter bem mais chance de ter odores mais fortes do que alguém que se depile, isso vai...

    Obs: sou a mesma pessoa do comentário acima, mas com uma foto antiga...rs

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  16. Ou melhor: a mesma pessoa se depilando e sem se depilar, vai reparar que sem se depilar terá um odor mais forte. ( pq odor é algo muito pessoal, e não dá pra afirmar que uma peluda tenha sempre mais odor que uma depilada...mas comparar a mesma pessoa com e sem depilação é algo viável.)

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  17. Então, Ana... isso quer dizer a maioria absoluta dos homens (já que não se depilam) tem um odor mais forte? E isso chega a incomodar?

    Não estou dizendo pra ninguém parar de depilar, mas esse negócio de que depilação=higiene, que nos ensinam desde novinhas, não é verdade absoluta, não. Banho é que é higiene. Ou então metade da humanidade é muito sujinha, rs...

    Beijos!

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    1. Estou com a Lud. Meu namorado tem as pernas cheias de pelos e é cheirosinho e higiênico. E ninguém o acha sujo ou faz propagandas pra ele se depilar. É só tomar banho todo dia e depois de exercícios físicos (como eu faço).

      Eu ainda me depilo um pouco, mas sei que é para me adequar a um padrão estético imposto pela sociedade. Hehe...

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