Quando comecei esse processo de desapego, sentia uma leveza impressionante. A cada sacola cheia de lixo ou doações, era um peso que saía das minhas costas e um espaço enorme que se abria nos meus armários, estantes etc.
Eu acreditava que iria aos poucos me desapegando das coisas, e que depois de algum tempo eu iria chegar a um ponto ideal de posses, e que então seria fácil não comprar coisas em excesso (comprar nunca me atraiu muito mesmo) e assim manter esse estado de equilíbrio. Mas não...
Lá se vão mais de três anos de busca pelo minimalismo, e é impressionante como até hoje eu ainda tenho coisas em excesso. Volta e meia eu olho uma gaveta, ou aqueles cantos em que guardo coisa que não uso tanto, e vejo algo ali que eu não preciso, ou que ficou velho demais. E lá vai mais coisa para doação.
Não tem jeito. É um processo constante, mesmo para quem tem relativamente poucos objetos. E isso é normal. O importante é não baixar a guarda, e continuar desapegando.
Não tem jeito. É um processo constante, mesmo para quem tem relativamente poucos objetos. E isso é normal. O importante é não baixar a guarda, e continuar desapegando.
| A parte de cima do guarda-roupa é um lugar onde tipicamente se junta coisa |




