segunda-feira, 13 de maio de 2013

A experiência da Disney: compras desenfreadas

Quando cheguei para trabalhar na Disney, minha vida era lindamente minimalista. Poucos objetos, poucas tralhas, muitas experiências e diversão.

Até que foram chegando meus primeiros pagamentos (a gente recebia por semana) e eu fui descobrindo as maravilhas dos outlets e do property control. Este último então... Era um galpão enorme cheio de produtos com pequenos defeitos que não passaram no controle de qualidade da Disney. E quem trabalhava lá, caso meu e da Lud, podia comprar tudo com 75% de desconto. Era muito barato.

Resumindo, fui com um tiquinho de posses e voltei com toneladas de roupas, objetos dos mais diversos e enfeites da Disney. Eu cheguei ao absurdo de comprar 3 caixinhas de música. Eu falava para mim mesma que eram para dar de presente, mas acabei trazendo tanta coisa que a maior parte dos tais presentinhos ficaram comigo.

Além disso, eu sempre ficava pensando que era uma oportunidade, já que eu tinha desconto em qualquer coisa que comprasse lá, por ser funcionária. A grande e conhecida ilusão chamada promoção (hoje não me pega mais).

É... Eu fui com uma mala cheia até a metade, e voltei com duas lotadas e um ursinho Pooh na mão.

Gosto de acreditar que atualmente eu sou mais sábia.

Eu e um vizinho no dia em que fomos embora da Disney. As minhas malas são as duas (a preta e a verde) na minha frente. Dá para ver que estão lotadas. Chocante, não?

11 comentários:

  1. rsrsrs, lembrei de quando eu voltei tb, com a sua mesma mala (emprestada), lotada! Os descontos enormes que funcionários tinham, junto à magia e coisas lindas da Disney, realmente deixavam a gente mais consumista do que deveríamos... Mas acho que comprei mais presentinhos pro povo de casa do que necessariamente coisas pra mim...

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    1. Eu comprei muuuuita coisa, Lu. Muita pro povo da casa sim: tênis, moletom, brinquedinhos, enfeites. Uns presentes pros primos e pros amigos. Mas muuuita coisa pra mim. Exagerei mesmo.

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  2. e no final essas coisas só ficavam pegando poeira,sem utilidade,vivendo e apredendo :)

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    1. Pois é... Essa eu aprendi mesmo. Hehe...

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  3. Lembrei muito de você na segunda, quando fomos deixar o 'namorido' da mãe do meu namorado no aeroporto pra uma viagem de duas semanas a trabalho, e mesmo com a franquia de bagagem de 23kg ele ainda pagou um dinheirão de excesso, me parece que os dois volumes IMENSOS dele pesavam quase 40kg juntos. O que mais me espantou é que foi na ida.
    Eu até tolero pagar excesso de bagagem na volta pra casa, vá lá a pessoa se excede, queima o limite do cartão de crédito... mas na ida?! acho o cúmulo do apego material!

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    1. Hahahaha! Uau! O que será que ele tanto estava levando? Também não entendo não. A não ser que ele fosse vender alguma coisa lá, ou levar trabalhos para mostrar lá (apesar de que, hoje em dia, a gente tem tudo digital, não é?).

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    2. Roupas!!! Até roupas sujas, que ele usou aqui em casa, levou! 8 ternos, 3 cintos , uma mochila cheia só com sapatos, 12 blusas de frio, 4 calças, e por aí vai... sendo que ele foi fazer um curso de trabalho, que vai das 6h até às 19h. E quando chega no hotel não tem coragem nem de sair mais. Ou seja, é só apego mesmo!

      Mas num deixa de ser engraçado! ;)

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    3. Nossa! Talvez ele ache que precise disso tudo pra impressionar, já que era uma viagem de trabalho. Mas realmente é bem exagerado. E engraçado mesmo. Hehe...

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  4. Este comentário foi removido pelo autor.

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  5. Oh, céus...fui algumas vezes pra Disney, dos 15 aos 18 anos...foi uma vergonha a quantidade de tralha que trouxe de lá, era um delírio...só de moletons não é bom nem pensar! ( na época o Brasil nem estava razoavelmente aberto às importações e viagem ao exterior era um surto de compradismo só!) =/ Felizmente mudei muito dessa fase pra cá!

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    1. Os americanos são mestres em vender. A gente fica doida pra comprar de tudo mesmo. Fico imaginando como devia ser na época que não tinha tanta coisa aqui no Brasil (eu fui em 2002 pra Disney, quando já tinha bastante importação aqui). Eu também mudei bastante. Isso é bom, né? Quer dizer que a gente está mais consciente, eu acho :)

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